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O meu portefólio de SIP

Bem vindos ao espaço onde irei partilhar com vocês o meu processo de Integração profissional

O meu portefólio de SIP

Bem vindos ao espaço onde irei partilhar com vocês o meu processo de Integração profissional

Local: Instituição A

Hora: 09h-15h

Dias 18 e 25 de Fevereiro e 4 de Março

 

1-Objectivos: organização do projecto: planear os recursos a utilizar para cada actividade do projecto; planear os minutos necessários para realizar cada actividade; planear os objectivos de cada actividade, os intervenientes que irão participar em cada uma.

Intervenientes: Eu (Beatriz), Ana –Planificação do projecto;

                              Professora Ana – Validação do mesmo;

                              Educadoras – Tomada de conhecimento e validação;

Intencionalidades Pedagógicas: Planeamos cada minuto, para que façamos uma boa gestão do tempo e para que tenhamos a noção dos recursos que teremos que utilizar e o modo como os vamos utilizar.

 

2- Desenvolvimento da actividade/acção:

Para este dia, eu e a Ana juntámo-nos e pensámos em fazer a planificação do nosso projecto. Pensámos nos nossos intervenientes, nos recursos que tínhamos à noção disposição e os que teríamos que arranjar e planeámos tudo para cada minuto.

Construímos um quadro, dividido, em oito tópicos: “data; tempo; tema; objectivos; conteúdos; materiais; destinatários e avaliação”. Para cadaactividade planeámoso nosso projecto de acordo com estes tópicos.Assim, ficámos com a noção do tempo que tínhamos, do tempo que poderíamos utilizar em cada actividade, dos recursos que tínhamos e os que tínhamos que providenciar, os intervenientes que iriam participar em cada actividade e o modo como iriamos avaliar cada actividade.

No fim, de termos construído este quadro, mostrámos à professora Ana de modo a que ela nos desse a sua opinião na forma como tínhamos planeado cada actividade do nosso projecto para que depois pudéssemos mostrar às educadoras da instituição para que elas tomassem conhecimento e validassem ou não o mesmo.

Quando o mostrámos as educadoras, elas mostraram-se satisfeitas com a nossa planificação, deram-nos alguns concelhos, disponibilizaram-se para qualquer ajuda que eventualmente precisássemos e validaram o nosso projecto! As educadoras, disseram-nos ainda que o nosso projecto é uma grande ideia do que elas poderão fazer com as crianças, futuramente, na instituição , para tentar sensibilizar as crianças e as suas famílias no combate à obesidade. Para nós, foi uma grande vitória e uma grande prova de reconhecimento pelo nosso trabalho.

Para além disto, estivemos a ver com elas qual seria a disposição da sala onde iríamos aplicar o nosso projecto está disponível, os materiais que a sala dispõe e que poderíamos posteriormente utilizar, como também aqueles que teríamos que providenciar e trazer no dia.

Assim, chegamos à conclusão que à porta da sala teríamos que fazer um cartaz grande e apelativo a apresentar o nosso projecto e a convidar as crianças e os seus acompanhantes a participar; em cima de cada mesa teríamos que colocar um número para explicar aos intervenientes a ordem pela qual cada um deles terá que percorrer cada uma das mesas, juntamente com uma breve explicação do que iria decorrer em cada uma das delas. Para além disto, em cima de cada mesa haverá alimentos, como frutas, legumes, bolos de plástico (que será disponibilizado pela instituição) para que as crianças possam escolher uma ementa saudável de uma não saudável.

3- O que aprendi?  

Com isto aprendi a construir e a planear um projecto, o que ele implica e o que ele exige do nosso desempenho e do nosso trabalho.

Para o futuro, enquanto licenciada em Ciências da Educação, esta experiência ajudou-me bastante a perceber que construir projectos é muito enriquecedor mas que nos dará muito trabalho e se não nos entregarmos de corpo e alma não o conseguiremos fazer!

4- Mobilização de conhecimentos académicos:

A elaboração de um projecto implica diagnosticar uma realidade social, identificar contextos, compreender relações institucionais, grupais e comunitárias e, finalmente planear uma intervenção, considerando os limites e as oportunidades para a transformação social.

 

 

 

 

(imagem retirada do "google imagens") 

Local: Instituição A

Dia: 04 de Fevereiro de 2015

Hora: 09-15h

Intervenientes: Crianças e suas famílias

Objectivo: "Brincar ao Carnaval"; Marcar uma entrevista com a nossa tutora

Descrição: Como estamos na altura do Carnaval, hoje, as crianças que hoje se dirigiram à instituição vinham todas mascaradas, umas a princesas, outras a zorros, indíos e a tartarugas ninjas.

As crianças estavam engraçadíssimas e super divertidas e desta forma, aproveitando esta época festiva, eu e a Dr. Elisabete aproveitámos para brincar com as crianças aos "teatros" para que estas representassem as personagens da qual estavam mascaradas, de forma a que desenvolvessem a sua imaginação e fizessem novas amizades!

Foi uma brilhante ideia e correu tudo muitissimo bem, pois ao vermos as reacções das crianças, verificámos que estas gostavam de "fingir algo que não eram".

No fim desta actividade, dirigi-me ao gabinete da minha tutora para agendar com ela, um dia e uma hora, de forma a debater com ela alguns pormenores sobre o projecto que iremos implementar no mês de Abril - 2º semestre.

Reflexão Crítica: Tenho vindo a verificar que os portugueses, têm vindo a ficar cada vez mais desanimados, devido à crise económica que temos vindo a atravessar e à elevada taxa de desemprego. Devido a este facto, inconscientemente os pais êm vindo a transmitir às suas crianças, cada vez mais, sentimentos de desânimo e têm dado pouca oportunidade a estas, de se divertirem e brincarem mais. Desta forma, considero que a ideia de "brincar ao Carnaval", fazerndo teatros com as crianças foi uma ideia muito bem conseguida!

 

 

 

 

 

Local: Instituição A

Dia: 21 de Janeiro de 2015

Hora: 09-15h

Intervenientes: Crianças, suas famílias, Dr. Elisabete

Objectivo: Trabalhar com as crianças; Venda das agendas

Descrição:Hoje quando cheguei à instituição, a Dr. Elisabete, tinha um conjunto de agendas para me dar (feitas a partir dos desenhos das crianças que diariamente, frequentam a instituição), de forma a que eu as vendesse, para que o dinheiro conseguido com estas, reverte-se a favor da construção de uma espécie de "centro de dia" para as crianças com cancro poderem lá fazer os seus tratamentos. 

Fiquei bastante contente, com este  voto de confiança que a Dr. me deu e assim depois fui  fazer desenhos com as crianças e as suas famílias.

 

Reflexão Crítica: Quando comecei a vender as agendas, tanto às pessoas que estavam lá na instituição, como a outras que fui encontrando fora desta,  apercebi-me, que apesar da crise económocia que o nosso país está a atravessar, as pessoas estão a perder cada vez mais a generosidade em ajudar de quem mais precisa. Eu percebo que não podem gastar tanto dinheiro como queriam, mas se não formos nós a ajudar de quem mais precisa, quem será ?

 

 

 

 

Local: Instituição A

Dia: 07 de Janeiro de 2015

Hora: 09h-15h

Intervenientes: Crianças e suas famílias

Objectivo: Trabalhar com as crianças e as suas familias

Descrição: A poucos dias de termos iniciado o novo ano, verificava-se pouca gente na instituição. Para além disso, a auxiliar Anabela tinha ido trabalhar para outra secção, (onde estavam a precisar de pessoal) e a Dr. Elisabete não tinha vindo trabalhar. Quando lá cheguei e verifiquei que nehuma delas estava presente, fiquei sem saber o que fazer, pois não estava muito habituada a trabalhar sem elas, contudo, tentei fazer o meu melhor para tentar "compensar" as suas ausências.

Correu tudo bem, as crianças e as suas famílias mostrarm-se super receptivas aos jogos que ia propondo para fazer com eles, contudo aconteceu um episódio que me impressionou bastante: houve uma mãe que chegou com os seus dois filhos: um com pouco mais de 10 anos que era deficiente e outro com poucos meses de vida e outra mãe com um menino dito "normal" com 7 anos.

Quando a primeira mãe teve que ir à casa de banho, com o seu filho mais novo, para lhe poder mudar a fralda, deixou o outro, no corredor à sua espera. Pouco tempo depois, a mãe e o seu filho de 7 anos, também se dirigiram a este mesmo corredor e quando repararam que estava lá um menino deficiente, a reacção da mãe foi imediata, ao agarrar o seu filho para o levar de lá para fora. A criança deficiente quando se apercebeu que estes se tinham ido embora, por causa dele, ficou bastante triste e desanimado.

 

Reflexão critica: Ao me depara com esta situação, pergunto-me, onde será que o preconceito nos poerá levar? Até quando as pessoas vão continuar a ser assim? por razão as pessoas não mudam ? Com tantos esforços que tenho verificado, por parte de alguns a tentar combater este preconceito, porque razão, não conseguiram chegar a todas as pessoas ?

Enfim, é um problema que já há algum tempo que tenho verificado em muitos sitios e que fico com uma enorme pena por verificar isto, todavia, enquanto futura especialista em Ciências da Educação, não vou desistir de tentar combater este problema. Espero que um dia, a nossa sociedade mude e deixe de ser tão preconceituosa em relação a tantos assunstos.

 

 

 

 

 

 

"MANUAL DE FORMULAÇÃO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS"

 

Linkdo artigo: http://www.ssc.wisc.edu/~jmuniz/CEPAL_manual%20de%20formulacao%20e%20avaliacao%20de%20projetos%20sociais.PDF 

 

Tendo em conta que estou a ter algumas dificuldades na avaliação do projecto que irei implementar na instituição onde estou a trabalhar, decidi fazer umas pesquisas sobre este tema. 

- "Despesas de educação e formação, mantêm-se dedutivéis no IRS"

 

Link da notícia: http://expresso.sapo.pt/despesas-de-educacao-e-formacao-mantem-se-dedutiveis-no-irs=f895037;

 

- "Formação Profissional Cresce"

Link da notícia: http://expresso.sapo.pt/formacao-profissional-cresce-437=f547593;

 

- "Governo vai apoiar privados que investem em projectos sociais"

Link da notícia: http://expresso.sapo.pt/governo-vai-apoiar-privados-que-invistam-em-projetos-sociais=f882061;

 

Fonte: Semanário Expresso online (http://expresso.sapo.pt)

 

Seleccionei estas três notícias porque as achei bastante interessantes e porque estão bastante relacionados com o que temos vindo a desenvolver na unidade curricular de SIP IV. 

Abegão, Luís Henrique; Campos, Arminda Eugénia Marques; Delamaro, Maurício César. "O Planejamento de Projetos Sociais: dicas, técnicas e metodologias". 

 

Link do artigo: https://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/imagem/2154.pdf 

 

Encontrei este artigo na internet e achei que era super interessante e que me poderia vir a ajudar bastante na implementação do meu projecto. 

Esta Unidade Curricular de Seminário de Integração Profissional IV foi o começo de uma nova fase na minha aprendizagem. Finalmente percebi aquilo que irei fazer e como fazer enquanto profissional na área das Ciências da Educação. Foi um semestre recheado de emoções. O entusiasmo e a frustração estiveram muitas vezes presentes, mas suponho que isso faça parte do processo de aprendizagem.

Os primeiros conflitos foram vividos na procura de uma instituição. Contactámos algumas, mas umas não nos responderam, outras negaram o nosso acesso e ainda nos aconteceu terem-nos respondido no final de Outubro. Esta situação não é de todo nova para nós, pois todos os semestres passamos pelo mesmo. Contudo, em Seminário de Integração Profissional IV a situação era mais preocupante, pois havia a necessidade de começar a observar o mais rapidamente possível.

Acabámos por ser aceites na Consulta Externa da Pediatria do Hospital Santa Maria, o que foi óptimo para nós e a concretização de um enorme desejo que tenho, que é experimentar trabalhar com crianças.

Apesar, de futuramente querer seguir uma área completamente diferente, da área das crianças, sempre gostei muito da ideia de poder trabalhar com elas e a oportunidade de poder desenvolver o meu projecto na Consulta Externa da Pediatria do Hospital Santa Maria, foi um grande desafio!

Fomos muito bem recebidas pela educadora Rosário Botelho, nossa tutora, pela educadora Elisabete e a auxiliar Anabela e aprendi muito com elas, porque de facto não é fácil trabalhar com crianças com diferentes patologias que entram e saem a toda a hora.

Em relação ao portefólio, penso que no geral correu bem contudo, estou um bocado arrependida em relação à escolha do blogue porque, infelizmente, não consegui pôr a disposição deste como queria e a correspondência dos diferentes separadores aos respectivos conteúdos, não correu bem.

Em relação à minha participação nas aulas de SIP IV, penso que correu bem. Tentei participar sempre em todas as aulas e o facto de estarmos todos presentes, a discutir ideias, ajudar os colegas e partilhar dificuldades, tornou o processo mais agradável, fácil e rico. Tomei consciência de algumas questões que pensei serem só minhas. O facto de não estar preparada (no início do semestre) para intervir como profissional, por exemplo, é partilhado por grande parte da turma.

Algumas expectativas foram criadas para Seminário de Integração Profissional IV. Sinceramente, nunca pensei que me trouxesse a mistura de sentimentos que trouxe. Nunca pensei que me pudesse sentir frustrada e de seguida entusiasmada. Nem nunca me imaginei tão frustrada com um trabalho académico. Mas já percebi que se quero intervir nesta área, estes sentimentos serão frequentes.


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

Local: Instituição A

Dia: 10 de Dezembro de 2014

Hora: 14h

Intervenientes: Crianças e suas famílias

Objectivo: Tentar "combater a ausência" da educadora Elisabete e da auxiliar Anabela

Descrição: Hoje, na instituição, nem a Dr. Elisabete nem a auxiliar Anabela estavam presentes. Toda a instituição já estava decorada com os efeitos de Natal que fizemos no último dia em que lá estive, mas apenas as crianças e as suas famílias lá estavam, preocupadas e ansiosas à espera que fossem chamadas.

Tendo em conta, que nem a educadora nem a auxiliar lá estavam, como referi anteriormente, nem as crianças nem as suas famílias, iam à procura de brinquedos para se entreterem e assim, ficavam sentadas nas suas cadeiras, tristes sem querem fazer nada. Isto prova que de facto, tanto a educadora como a auxiliar fazem lá muita falta, não só para incentivar as crianças a brincarem mas também para as ir distraindo, falando e animando as suas famílias. Deste modo, tentei brincar um pouco com as crianças e falando com as suas famílias, no entanto, “senti falta” da educadora e da auxiliar pois senti que não estava a conseguir dar atenção a todas as crianças nem às suas famílias como também porque elas( a educadora e a auxiliar) têm uma enorme genica e animação e a sala estava assim muito caladinha para o que é habitual!

Reflexão critica: Nem sempre aparecem lá crianças com deficiências mas quando aparecem, fico muitas vezes sem saber como trabalhar com elas. Por exemplo, hoje apareceu um menino que era mudo. Como trabalhar com este tipo de crianças? Será que as pessoas que trabalham lá na instituição sabem como faze-lo? Será que receberam formação para tal? Penso que deveremos ter em conta este problema, que na minha perspectiva é muito frequente e que se deve combate-lo.

Ainda assim, nunca pensei que sem a educadora e a auxiliar, lá na instituição, as crianças não quisessem ou não tivessem vontade de brincar com os brinquedos lá existentes. E por isso, penso, como fazer quando elas não lá estão mais vezes?

Também senti, que muitas crianças estavam muito tristes contudo, depois de terem brincado e falado comigo, senti que saíram de lá muito mais contentes e senti que foram para as consultas com uma outra disposição.

Por fim, ainda, fico um bocado triste, pois na “sala dos mais grandinhos”, hoje eu estava lá, mas na outra sala, “a dos mais pequeninos”, tendo em conta, que a outra educadora encontra-se de baixa, não está lá ninguém para trabalhar com as crianças. E o que fazer  para combater este problema?

 

 

Dia 04 de Dezembro de 2014

Instituto de Educação

10-12h

 

O que aprendi? Na aula de hoje, tivemos a oportunidade de aprender como fazer uma análise de conteúdo.

Através de uma entrevista  que as nossas colegas  retiraram de um jornal de noticias, podemos fazer uma análise de conteúdo, da mesma, relembrando assim, o que tínhamos aprendido na disciplina de investigação do primeiro ano e ainda, ter a noção de como deveremos faze-la com as nossas entrevistas.

O que penso sobre o que foi desenvolvido hoje na sessão? Penso que a aula de hoje foi nos bastante útil, pois deu para percebermos e relembrarmos como deveremos fazer a análise de conteúdo, das nossas entrevistas, coisa, que sinceramente já não me lembrava muito bem.

De igual modo, a professora, deu ainda, a sua opinião, sobre as nossas ideias, para o planeamento dos nossos projectos e no meu caso, deu-me muito jeito, pois tal como a professora disse, estava a planear actividades, sem “um fim condutor” e  por isso, devo primeiro pensar nos objectivos e depois sim, nas actividades em concreto.

Para além disto, a professora, deu ainda alguns concelhos de como deveremos avaliar os nossos projectos e apesar de já termos falado nisto várias vezes nas aulas, penso que nos foi muito útil, pois agora que estamos perto de concretizar os nossos projectos, já conseguimos ter uma verdadeira noção da sua importância. 

De que forma a sessão de hoje contribui para o desenvolvimento da minha intervenção? Como referi anteriormente, esta sessão ajudou-me a perceber como devo fazer a análise de conteúdo da entrevista que realizei á directora da instituição e ainda como devo planear e avaliar da melhor forma, o projecto que irei implementar na “minha” instituição!